- É, meu filho - concordou meu avô, surpreso.
Minha avó olhou para mim e falou: - Leandro, vai lá comprar a sua passagem que eu e o José vamos passar pela roleta logo. Vamos te esperar – disse minha avó indo na frente. Os dois foram para a roleta.
- Ok – afirmei, indo para a fila da bilheteria. Deixei minha mala no chão, desanimado ao ver que a fila era razoavelmente grande. – Droga... Isso vai demorar um pouco. – Como passatempo, peguei meu celular e fiquei jogando um joguinho.
Uns dois minutos depois, finalmente chegou a minha vez. Dirigi-me até a mulher que estava atendendo.
- Boa tarde. Quero um bilhete, por favor – pedi, recebendo o bilhete logo em seguida. Paguei e voltei para a roleta. Coloquei o bilhete na roleta e passei.
Fui andando por entre a multidão com vários "licença, por favor," e "poderia me deixar passar?" finalmente cheguei onde meus avós disseram que iriam esperar. E aí que surgiu um problema: onde-estavam-meus-avós? Meus olhos percorreram o lugar, procurando os dois. Mais eram tantas pessoas que ficava difícil distinguir os dois. O que vou fazer? Preciso acha-los logo... pensei. Falta pouco tempo pra barca sair.
Comecei a andar novamente pelo local procurando pelos dois, mas sem sucesso. De repente, o sino tocou, indicando que era para todos irem para a barca, pois ela já iria sair.
Desci do banco, pedi desculpas à senhora que estava do meu lado por tê-la assustado e fui em direção à entrada da barca. Bem, eles sabem que eu sei qual barca devo pegar, sei o caminho todo. Também devem ter presumido que se nos perdêssemos provavelmente eu iria pegar a barca e encontrar com eles na outra estação.
Por um puro acaso, virei para o lado e vi uma banca de jornal. Corri até a banca e o comprei um mangá para ler. Depois, me dirigi apressadamente para a barca.
Entrei na mesma, e logo me pus achar um lugar para sentar. Logo achei um bom assento próximo à janela.
Infelizmente, naquele dia não estava com vontade de olhar o mar, o que eu adorava fazer. Estava bastante pensativo sobre não estar com meus avós. Eles deviam estar desesperados, pensei. Tentando esquecer esse pensamento perturbador, abri o mangá para me distrair.
Li pouca coisa, pois logo fui interrompido por uma garota que estava ao meu lado. Ela sorriu timidamente.
- Você está lendo um mangá? Nossa, eu adoro mangás! – Exclamou, animada.
- Sim, estou. - Respondi surpreso com ela. – Eu também gosto muito. Fitei-a por um tempo, curioso. – Bem, me chamo Leandro. E você?
Ela corou um pouco, e disse: - Me desculpe por não me apresentar. Meu nome é Adriane.
- Ah, tudo bem. – Respondi sorrindo. - Seu nome é bonito. – Comentei automaticamente.
- Ãh... Obrigado. – Agradeceu ela, visivelmente corada.
Percebi que ela estava com vergonha, e rapidamente tentei mudar de assunto.
- Você... você vai para onde?
- Eu vou para a casa da minha avó passar um tempo lá. E você? – Perguntou.
- Eu estava viajando, tô voltando pra minha casa.
A nossa conversa durou bastante tempo, até a barca chegar à estação. Eu me despedi dela, e trocamos algumas palavras. Minutos depois, encontrei meus avós parados na saída. Minha avó sorriu para mim, aliviada e disse:
- Leandro! Levei um susto com você, menino. Não só eu, mais seu avô também. Ele foi te procurar. Olha lá, ele está vindo aí. – Meu avô vinha correndo, também sorrindo.
- Nossa, foi engraçado essa aventura. Vou me lembrar disso por um bom tempo. – De fato, lembrei disso por muito tempo, nunca esqueci daquela garota que conheci na Estação das Barcas.
- Você está lendo um mangá? Nossa, eu adoro mangás! – Exclamou, animada.
- Sim, estou. - Respondi surpreso com ela. – Eu também gosto muito. Fitei-a por um tempo, curioso. – Bem, me chamo Leandro. E você?
Ela corou um pouco, e disse: - Me desculpe por não me apresentar. Meu nome é Adriane.
- Ah, tudo bem. – Respondi sorrindo. - Seu nome é bonito. – Comentei automaticamente.
- Ãh... Obrigado. – Agradeceu ela, visivelmente corada.
Percebi que ela estava com vergonha, e rapidamente tentei mudar de assunto.
- Você... você vai para onde?
- Eu vou para a casa da minha avó passar um tempo lá. E você? – Perguntou.
- Eu estava viajando, tô voltando pra minha casa.
A nossa conversa durou bastante tempo, até a barca chegar à estação. Eu me despedi dela, e trocamos algumas palavras. Minutos depois, encontrei meus avós parados na saída. Minha avó sorriu para mim, aliviada e disse:
- Leandro! Levei um susto com você, menino. Não só eu, mais seu avô também. Ele foi te procurar. Olha lá, ele está vindo aí. – Meu avô vinha correndo, também sorrindo.
- Nossa, foi engraçado essa aventura. Vou me lembrar disso por um bom tempo. – De fato, lembrei disso por muito tempo, nunca esqueci daquela garota que conheci na Estação das Barcas.